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Aprenda a gostar mais de Física através do cinema!

Entenda a relação entre Física e cinema:

Na maioria das vezes a Física é vista como algo muito complexo e difícil de conceber — talvez por causa da forma rígida que a matéria é ministrada ou pelas várias fórmulas que parecem não acabar mais. Todavia, a Física nos rodeia e explica fenômenos muito interessantes. Quem nunca se entreteve com uma ilusão óptica? Ou se perguntou como conseguimos ir à Lua?

Você pode até não ser muito fã de estudar essa matéria, mas com certeza tem um certo interesse em algum assunto relacionado a ela. Afinal, ela existe por causa da nossa curiosidade em entender o mundo e talvez transformá-lo em algo melhor. Na Física você pode deixar sua imaginação invadir o campo do hipotético e permitir se perguntar como e o porquê de certas coisas acontecerem: é assim que surgem grandes teorias. 

Sobre as diversas mudanças de rumo passadas pela sociedade, a Física sempre foi uma das que mais explorou as capacidades racionais e que pôs as habilidades humanas em campos inimagináveis — uma faceta lógica e aventureira que sempre desvendou os mistérios mais escondidos do nosso mundo e do ignoto espaço. O cinema, a arte que aglomera todas as artes, é a forma mais lúdica de observar esses feitos, já que os avanços tecnológicos que a ciência obteve, já foram, diversas vezes, adaptados para produções cinematográficas.

Então, para você que ama essa matéria, ou está começando a criar gosto, assistir filmes pode ser uma forma muito divertida e dinâmica de ver conceitos da Física serem aplicados!

A Teoria de Tudo (2014)

Ao som captado do impacto entre buracos negros, às fotos do estranho corpo sem luz, uma figura central encontrava-se no centro teórico destes fenômenos cósmicos: Stephen Hawking. Além de ser um cérebro luminoso da ciência, Hawking se tornou um dos maiores exemplos de perseverança que o mundo já viu. O jovem cientista sofreu com Esclerose Lateral Amiotrófica, o que o deixou, permanentemente, em uma cadeira de rodas. 

Suas palavras viajaram o mundo, e, hoje, a radiação expelida por buracos negros recebe seu nome. No filme A Teoria de Tudo (2014), dirigido por James Marsh, acompanhamos o desenvolvimento conturbado de seus dois grandes amores: a Física e a sua primeira esposa, Jane Hawking, que escreveu o livro em que o filme foi baseado.

Interestelar (2014)

Se você está a procura de um espetáculo visual, assista Interestelar (2014). Dirigido por Christopher Nolan, diretor já conhecido por Batman: Cavaleiro das Trevas (2008). O filme provou, a partir de sua impressionante produção, que o cinema atualiza-se, com sucesso, junto às tecnologias de sua época. 

Interestelar conta a história de Cooper, um ex-piloto da NASA, que, depois de tornar-se fazendeiro, precisa lidar com uma grande onda de poeira, que surgiu devido às mudanças climáticas, e está dizimando as plantações do mundo, forçando a maioria da humanidade a voltar-se para a produção rural. 

Depois de diversos fenômenos inexplicáveis envolvendo sua filha, ele se depara com o que resta da Agência Espacial Americana e se lança ao espaço a fim de encontrar um novo lugar para que a sociedade humana possa viver. Uma das figuras mais importantes para este filme é Kip Thorne, um colega de Stephen Hawking, que auxiliou os produtores visuais do filme a criar uma versão mais realista do que seria um buraco negro.

Estrelas Além do tempo (2016)

A Guerra Fria foi um dos contextos que mais produziu avanços científicos: com a corrida espacial e a criação de armas poderosas de guerra, diversos assuntos de Física foram os pontos centrais para este período conturbado. Adicione a este cenário a discriminação racial nos Estados Unidos e diversas barreiras impostas às mulheres pelo Patriarcado: Estrelas além do Tempo (2016), dirigido por Theodore Melfi, conta a história de três mulheres negras que desafiaram os costumes da época — uma delas se torna a primeira mulher negra a entrar em uma universidade em um curso de física, as outras trabalharam na NASA e são figuras importantes para a chegada do ser humano à Lua, em 1969. Uma película sobre a quebra de paradigmas e de como as revoluções sociais são fundamentadas por figuras inesquecíveis.

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